Sempre adorei música, e apesar de ter tomado rumos pouco musicais pra minha vida, tenho insistido em continuar a tocar violão e a fazer da música algo presente na vida da minha filha.
Essa forma de expressão, a música, é um tanto quanto estranha... uma vez que se pode abstrair da técnica, é possível criar lugares e cenários e paisagens que não podem ser descritos, nem verbalmente, nem pictoricamente. E quando, levemente, conseguimos nos deixar ir a passear por "lugares diversos", mas com cuidado e capricho como quem toca para embalar o sono de uma criança, podemos sentir que a música cria conexões mais elevadas.
Se um dia alguém me dissesse: "Aprenda a tocar violão, pois um dia você vai fazer sua filha dormir com música", talvez eu não desse bola ... mas hoje, quando isso aconteceu, parece que ter aprendido música o suficiente para, de improviso, tocar algo que fizesse minha filha ter paz a ponto de dormir, sempre fez todo o sentido do mundo...
Estou leve, e sei que essa leveza não se sustenta. Dedico esse post a todos aqueles que tiveram a coragem de tentar viver de criar esses elos tênues entre esse mundo e outros "lugares diversos". Acho que enfim consegui apreender um pouco dessa egrégora que se manifesta por castelos ao vento, com a tranquilidade de quem tropeça em respostas após levantar de um sono embalado por carinho e som.

Essa forma de expressão, a música, é um tanto quanto estranha... uma vez que se pode abstrair da técnica, é possível criar lugares e cenários e paisagens que não podem ser descritos, nem verbalmente, nem pictoricamente. E quando, levemente, conseguimos nos deixar ir a passear por "lugares diversos", mas com cuidado e capricho como quem toca para embalar o sono de uma criança, podemos sentir que a música cria conexões mais elevadas.
Se um dia alguém me dissesse: "Aprenda a tocar violão, pois um dia você vai fazer sua filha dormir com música", talvez eu não desse bola ... mas hoje, quando isso aconteceu, parece que ter aprendido música o suficiente para, de improviso, tocar algo que fizesse minha filha ter paz a ponto de dormir, sempre fez todo o sentido do mundo...
Estou leve, e sei que essa leveza não se sustenta. Dedico esse post a todos aqueles que tiveram a coragem de tentar viver de criar esses elos tênues entre esse mundo e outros "lugares diversos". Acho que enfim consegui apreender um pouco dessa egrégora que se manifesta por castelos ao vento, com a tranquilidade de quem tropeça em respostas após levantar de um sono embalado por carinho e som.




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